Após uma cirurgia é fundamental acelerar a cicatrização para que a cicatriz fique menos visível, menos dolorosa e sem aderências, principalmente as cirurgias em locais visíveis como a tiroidectomia, cesariana, herniorrafias, cirurgia cardíaca e plástica, entre outras. 

Quando há uma cicatriz cirúrgica verifica-se sempre alguma limitação de movimentos e dor quando se efectuam as actividades do dia-a-dia.

O ser humano tem um processo fundamental de protecção que o leva a parar o movimento quando tem dor. Na maior parte das situações o parar de mexer tem um efeito negativo: retarda a recuperação, podendo mesmo pôr em risco o resultado final (ficando com a função limitada). Mantém-se o edema que, com o tempo, fibrosa e endurece, modificando o aspecto da pele e diminuindo a flexibilidade e a sensibilidade.

Neste equilíbrio difícil entre a necessidade de imobilidade e a vantagem de uma correcta mobilização é necessário saber até onde se pode ir, sem pôr em risco a recuperação biológica. Mexer demais ou desadequadamente também tem os seus riscos.

O fisioterapeuta inicia o movimento controlado da zona onde está situada a cicatriz, supervisando, acelerando assim, o regresso à vida normal.

 Em relação à dor, são utilizados vários procedimentos, nomeadamente o Laser de baixa voltagem. O fisioterapeuta massaja tanto a cicatriz como os tecidos circundantes para aliviar a dor, diminuir edema e facilitar a normal sensibilidade dos tecidos. Ensina ao paciente a execução de exercícios variados, respeitando os limites  de cada um, de forma a não comprometer a(s) cicatriz(es).

Com a ajuda da fisioterapia os pacientes recuperam mais depressa, têm menos dores durante esse período, retomam as suas actividades do dia-a-dia mais cedo e ficam com menos sequelas.

Artroscopia

Cesariana

Cirurgia Plástica

 

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Pode iniciar a reabilitação 4 dias após qualquer cirurgia?